Pesquisador da Universidade Federal de Uberlândia desenvolve capa protetora para diminuir o risco de câncer causado pelos celulares
O funcionamento da capa se
baseia em criar uma contenção aos campos eletromagnéticos de alta frequência,
reconhecidamente cancerígenos 

Com o surgimento dos celulares e a
incorporação cada vez mais presente da tecnologia no dia a dia das pessoas fica
cada vez mais evidente o aumento do uso de dispositivos móveis no mundo. Torres
de telefone, antenas para transmissão Wifi estão em toda parte. E com tantas
transmissões é natural que sujam questionamentos de como as ondas
eletromagnéticas destes dispositivos podem afetar os seres humanos.
Cientistas afirmam que se compararmos
a quantidade de radiação emitida hoje, a que se tinha em 1985, houve um aumento dessa emissão em 250 mil vezes.
Em
2011, a Organização Mundial da Saúde (OMS) já havia alertado sobre possíveis
efeitos da radiação dos telefones móveis e o surgimento de cânceres. A
pesquisa, feita por um grupo de 31
cientistas de 14 países, coloca essa radiação no mesmo nível de perigo que a
emissão de gases vinda de automóveis, o chumbo e o clorofórmio, o "grupo
2-B", "possivelmente carcinogênico para humanos". Um assunto em que, antigamente era polêmico, hoje já é de reconhecimento
de grande parte da população e por profissionais da área da saúde.
Pensando nos possíveis danos à saúde
humana, causados pela radiação emitida de celulares, o Engenheiro Prof. Dr.
Luciano Vieira Lima, desenvolveu uma capa protetora de emissão desses raios. O funcionamento da capa protetora se baseia
em criar uma contenção aos campos eletromagnéticos. Luciano explica que
como a capa é composta de aço com características específicas para bloquear os
campos eletromagnéticos cancerígenos de alta frequência, bem como a radiação
térmica também é mais bem dissipada, evitando danos à saúde, mesmo com o uso
contínuo e prolongado do celular. “As furações na capa, com diâmetro e
espaçamento adequado, em toda a superfície do produto, têm como objetivo evitar
que os campos eletromagnéticos atinjam os usuários”, afirma o professor,
acrescentando: “o produto consegue conter internamente à capa a radiação do
campo eletromagnético emitido durante uma ligação telefônica e até mesmo em
repouso. Nas pesquisas que realizei, ao utilizar o protetor, a radiação final
que chega à pessoa é menor que 0,01% da emitida originalmente”, destaca.
Isto significa que durante o tempo normal de vida de uma pessoa, o celular não
vai causar problemas à sua saúde dela.
Outro alerta do professor diz respeito à conscientização das
pessoas em relação às torres com as antenas de celular. “Esse é um problema que
precisa ser solucionado. Elas possuem potência de dezena e até mesmo centenas
de vezes mais que um celular, e estão causando mal à saúde, bem como futuros
cânceres nas pessoas que ficam próximas a elas, durante grande período de
tempo, geralmente crianças e idosos”.
Luciano reforça que uma solução alternativa ao uso das torres (ERB
- Estações Rádio Base ou Cell Site), seria a troca por HPAs - Plataformas de
Alta Altitude, conforme descreve em seu último livro, Sistema de cálculo, análise e operação
virtual: interferências de campos elétricos e magnéticos produzidas por
estações de rádio base de acesso múltiplo por divisão de código em banda larga, publicado em 2016. Segundo Luciano, a retirada e
substituição destas torres é preocupação de vários países do mundo. Somente em
Brasília, 31 destas torres (normalmente denominadas simplesmente por antenas)
tinham que ser retiradas, por estarem perto de escolas e centros de saúde,
segundo decisão recomendação dada pelo Ministério Público do Distrito Federal e
Territórios (MPDFT), por entenderem que os equipamentos fazem mal à saúde”,
explica.
Mais informações podem ser obtidas no site www.radzero.com e www.radiacaozero.com.br .
Comentários
Postar um comentário